Margarida Coelho de Gaspar
25 de mai. de 2026, 20:40:44
Meu deus, que coisa mais fora da caixa. Uma baforada estranha, quase um murro no nariz: cinzas, um toque metálico de moeda de cobre e aquele fundo terroso, como turfa molhada do jardim. Depois uma fruta meio ácida aparece, maracujá e limão em várias formas, cai bem como drops cítricos. Há uma nota amarga de ervas e um fumo apimentado que gruda na garganta, com pêra defumada no meio disto tudo. O lado esquisito? Um sopro de guano, sim, fertilizante mesmo. Parece vinho branco selvagem passado por turfa. Estranhíssimo, mas o equilíbrio no fim é perfeito. Final bem longo, picante e herbáceo. Inusitado até a alma 🍋💨







