Luísa Cristiana Baptista Morais
25 de mai. de 2026, 22:51:08
Hmm, que nariz intrigante. Logo de início, vem uma onda de cevada bem maltada — barley-y indeed — quase como se estivesse a polir prata, com aquele toque metálico de metal polish e umas whiffs of shoe polish que depois se acalmam. Ha, e no meio disso tudo surge maple syrup, mas não demasiado doce, mais como aquele xarope que se junta ao chá, adding sugar to their tea, e um sweetened tea com canela. Depois abre para panetone again, com as suas sultanas, e um toque discreto de noz-moscada e amêndoa amarga. O que é curioso é o lado amadeirado: cedro, pinewood, um óleo de teca que lembra móveis antigos, e aquele spicy oak que pica ligeiramente, quase como uma light sriracha. Quase se sente um patchouli e um bolo de laranja — rather on orange cakes — com a doçura certa. Extra-point for the polishes, porque esta nota de cera de sapato e metal polido até lhe dá um charme. É muito close to some C/S officials that we could try at the Distillery, aquele perfil sério mas acolhedor. O final tem um amargor de amêndoa, um fiozinho de maple, e uma sensação dourada, lovely. Very good. Cheers, Marie.







