Verónica Maia Figueiredo
25 de mai. de 2026, 12:30:43
Este whisky melhorou imenso depois de uns meses de garrafa aberta e com bastante tempo a respirar no copo. A cor é aquele ouro profundo, lindo. No nariz, o que mais me salta é anis estrelado e favo de mel, depois vem uma combinação adorável de menta e alcaçuz. Há imensos frutos secos – passas, sultanas, figos secos, pêra seca – e um lado natalício bem presente, com geleia de marmelo e pólen. Sinto também um toque vegetal curioso, quase como salsa, e cravinho. Força perfeita, corpo mais redondo e macio agora. No palato, compota de laranja, néctar de frutos, tudo em equilíbrio. O final é longo, com doce e especiarias. Não é daqueles que encantam logo à primeira prova, mas depois de arejar fica praticamente perfeito.







