Ângela Carneiro Teixeira
25 de mai. de 2026, 15:40:32
Phew! Logo de início, aquele limão intenso… uma acidez dourada, viva, que chega quase a arder. É o tal do epitomático, como dizem, sem demora nenhuma. E aí vem o alcatrão. Muito, mesmo. Me lembrou de pilotar uma Ducati Desmo velha pelos corredores desertos de um hospital abandonado em Michigan — tudo cheirando a antisséptico, a lugar parado e frio. Mais alcatrão ainda. É um whisky gordo, sem dúvida. O final é extremamente longo, com aquela borracha “boa”, medicinal, de ataduras e curativos antigos. Esquisito e maravilhoso. 🏍️🩹







